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21 June 2015

NINGUÉM PARA ME OUVIR
NÃO HÁ NADA PARA DIZER

Uma rara entrevista concedida por Leo Hartong ao Urban Guru Cafe.



Music includes: The Small Faces, Patrick Park, Pink Floyd, Supertramp, Crowded House (Australian Band) Van Morrison, Cat Stevens, Bob Dylan, an “I am Sam” soundtrack song, The Beatles, Rick Nelson and the Dutch Philharmonic Clog and Windmill Orchestra sat quietly listening.

Awakening to the Dream

18 December 2010

ESTUDANDO O GOSTO DAS MAÇÃS




















Tentar captar a nãodualidade na dualidade da linguagem pode ser bem complicado; mas, em sua essência, é tão simples como mostar a cor azul para uma criança, enquanto que explicar isso a um professor que nasceu cego é impossível.


Leo Hartong

10 September 2010

AQUI E AGORA

Quando eu digo "aqui e agora", não me refito a esse momento transitório entre o passado e o futuro, mas ao eterno presente, que contém o aparente fluxo do tempo.

Leo Hartong

05 July 2010

PARE DE ESPERAR

Se nenhuma resposta ou conceito pode lhe tirar do seu senso de separação, se você chegou a um beco sem saída na sua busca, talvez seja possível desconsiderar todos os conceitos e simplesmente render-se ao que é e permanecer nu e sozinho como isto. Talvez você possa parar de esperar por um evento que confirme que você está totalmente desperto e simplesmente aceitar que deve já deve ser assim. Aceitar que não existe um você separado - e, portanto, ninguém precisando ser despertado - é um atalho. Você pode considerar isso como a "etapa sem-etapa" final. Rasgue todos os rótulos, ignore as histórias em constante mudança em sua cabeça, e veja o que permanece imutável.

Leo Hartong

UMA TELA, UM FILME

Imagine que você está assistindo a um filme no qual dois homens caminham em sua direção. O cenário é um deserto. O sol está a pino e vê-se uma enorme cadeia de montanhas ao fundo.

Um dos homens para e diz para o seu companheiro... "Você já se deu conta de que isso tudo é uma ilusão, e que nós somos apenas variações de uma única luz que aparece como sendo nós, o sol, o céu e todo o cenário?"

Seu amigo parece intrigado, e ele continua. "Todo esse mundo que vemos é uma tela plana, embora ela apareça como se houvesse espaço em torno de nós."

Agora seu amigo começa a ficar preocupado. Ele começa a pensar que seu companheiro talvez tenha sido afetado pelo calor, e então lhe pergunta: "Você está se sentindo bem?"

"Completamente bem! É que está subitamente óbvio que tudo isso não é realmente nada além de uma engenhosa ilusão que aparece sobre um único pano de fundo."

"Realmente?" - pergunta seu amigo, ficando ligeiramente incomodado. "Por favor, mostre-me esse pano de fundo."

"Bem, veja, aqui está; bem aqui, tocando em nós, conduzindo-nos. Ele contém tudo o que vemos." Ele se volta e aponta para a tela. Seu amigo segue o seu dedo, mas não vê nada além das montanhas distantes.


Leo Hartong

27 June 2010

VIVER LÚCIDO

"Sonhar lúcido" é um termo que se refere ao se acordar dentro de um sonho, dando-se conta de que se está sonhando, e então dar continuidade ao sonho com esse entendimento.

Ver através da ilusão da separação poderia ser chamado de "viver lúcido"...


Leo Hartong

23 June 2010

O CORPO É FALSO

Quando vemos com clareza que todo desejo, e o sofrimento dele resultante, tem origem na crença de que existe um indivíduo separado e identificado com um corpo-mente, poderemos ficar mais receptivos à idéia de que nós não somos o corpo.

O corpo é falso.
E assim também são os seus medos,
Céu e inferno, liberdade e escravidão.
É tudo invenção.
Que valor podem ter para mim?
Eu sou a própria consciência.
The Ashtavakra Gita

Leo Hartong

02 February 2009

A VERDADE POR "TRÁS" DO EGO

Nenhum esforço no mundo pode fazer de você o que de fato você já é. A verdade por trás do ego é um nada muito próximo para investigação, uma vez que ele é a verdadeira fonte da qual o desejo pela investigação surge.

Ver isto torna claro que o agente ativador em todas as suas ações não é um "eu" ficcional, mas a energia universal, ou seja o verdadeiro Self da pessoa. A crença em um "eu", assim como a busca pela iluminação, é compreendida por ninguém como nada mais do que a atividade brincalhona dessa energia ativadora original.


Leo Hartong